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O Crack

Os efeitos do crack no organismo

Forma menos pura da cocaí­na, o crack tem um poder infinitamente maior de gerar dependência, pois a fumaça chega ao cérebro com velocidade e potência extremas. Ao prazer intenso e efêmero, segue-se a urgência da repetição. Além de se tornarem alvo de doenças pulmonares e circulatórias que podem levar à morte, os usuários se expõem à  violência e a situações de perigo que tambêm podem matá-lo.

Intoxicação pelo metal


O usuário aquece a lata de refrigerante para inalar o crack. Além do vapor da droga, ele aspira o alumí­nio, que se desprende com facilidade da lata aquecida. O metal se espalha pela corrente sanguínea e provoca danos ao cérebro, aos pulmões, rins e ossos.

Sistema neurológicofumando

Oscilações de humor: o crack provoca lesões no cérebro, causando perda de função de neurónios. Isso resulta em deficiências de memória e de concentração, oscilações de humor, baixo limite para frustração e dificuldade de ter relacionamentos afetivos. O tratamento permite reverter parte dos danos, mas às vezes o quadro é irreversí­vel Prejuízo cognitivo: pode ser grave e rápido. Há casos de pacientes com seis meses de dependência que apresentavam QI equivalente a 100, dentro da média. Num teste refeito um ano depois, o QI havia baixado para 80 Doenças psiquiátricas: em razão da ação no cérebro, quadros psiquiátricos mais graves tambêm podem ocorrer, com psicoses, paranoia, alucinações e delí­rios



O crack é uma droga ilegal derivada da planta de coca, é feita do que sobra do refinamento da merla, que é sobra do refinamento da cocaí­na, ou da pasta não refinada misturada ao bicarbonato de sódio e Àgua. Foi criada por soldados americanos em meados do ano de 1966, para tentar diminuir o movimento dos Panteras Negras

 

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